Repelente atóxico: Citronela

A Citronela é eficiente para afastar mosquitos e pernilongos naturalmente. Seja em forma de spray, óleo, vela, incenso ou da própria planta, o que não faltam são opções para combater insetos sem apelar para os produtos químicos. Claro, vale lembrar que preciso verificar se a criança não é alérgica a esta substância.

Por mais que os inseticidas prometam ser atóxicos, eles não são. Se inalados diretamente, causam danos à saúde, nos casos dos aerossóis, soltam na atmosfera o gás CFC, responsável pelo buraco na camada de ozônio.

O óleo de citronela tem usos na indústria química, perfumaria, cosmética, etc., o mesmo funciona como um repelente de insetos considerado atóxico, pois é um óleo essencial feito à base da planta. Também possui propriedades antifúngicas.

Como estamos no verão onde temos uma forte onda de calor, chuvas, umidade e muita acumulação de água em recipientes propícios a proliferação de insetos, muitas escolas tem feito campanha de combate aos pernilongos constantemente. Como muitos alunos são são alérgicos a produtos químicos mais comuns usados como repelentes, a citronela tem ocupado este espaço, pois costuma ser eficaz e menos agressiva a saúde dos nosso filhos, assim como dos adultos.

O óleo essencial da Citronela tem mais de 80 componentes que afugentam pernilongos, moscas e mosquitos. O cheiro é semelhante ao do Eucalipto. Para ajudar no trabalho dos profissionais de escolinhas e creches, desta forma evitar que os alunos sejam picados, recomenda-se a colaboração dos pais enviando na mala dos seus filhos um repelente para que seja usado na escola durante o período de permanência dos mesmos na instituição. Vale lembrar que existem repelentes apropriados para o público infantil e que possuem excelentes resultados.

Fonte de consulta:
– Passinho Inicial;
– femininaeoriginal.com.br/oleo-de-citronela.

Óleo de citronela, o qual pode ser usado com repelente natural contra pernilongos, mosquitos, moscas e insetos.

Óleo de citronela, o qual pode ser usado com repelente natural contra pernilongos, mosquitos e moscas.

Afinal de contas, ninguém quer ver o filho doente, com febre e nem cheio de picada de mosquitos, não é mesmo!?

Até o próximo post.

Mais um pai de primeira viagem!

3 comentários

    1. BROMÉLIAS – VILÃS OU MOCINHAS?

      Eis a pergunta que não quer calar desde o surgimento da dengue.

      Será mesmo que essa bela espécie é uma terrível vilã? Um criadouro de mosquitos?

      Há muita diferença entre uma poça de água e a água reservada pela bromélia. As espécies que possuem reservatórios começam a guardar água ainda bem novinhas e essa água é protegida pelo ambiente das folhas e é continuamente absorvida pela planta. A pouca evaporação ocorre através da superfície da folha.

      Segundo informa a bióloga Nara Vasconcellos, dentro da planta, o mosquito da dengue não tende a se reproduzir. Só por curiosidade, de acordo com uma pesquisa desenvolvida pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC), da Fiocruz, em 2007 “apenas 0,07% e 0,18% de um total de 2.816 formas imaturas de mosquitos coletadas nas bromélias [do Jardim Botânico do Rio de Janeiro] durante o período de um ano correspondiam ao Aedes aegypti e Aedes albopictus, sugerindo que as bromélias não constituem um problema epidemiológico como foco de propagação ou persistência desses vetores”.

      Agora que já sabemos que as exuberantes Bromélias não são vilãs, vamos conhecê-las um pouco melhor.

      As Bromélias são flores muito versáteis. Tanto podem ser cultivadas em ambientes externos quanto internos, tamanho seu poder de adaptação e resistência. Cerca de 43% das espécies existentes (por volta de 3,2 mil) são nativas do Brasil (Floresta amazônica, Mata Atlântica, Caatinga, Campos de altitude e Restingas). O que as torna tão resistentes é o seu sistema de absorção de água e nutrientes, que ocorre através das folhas recobertas por escamas e, em algumas espécies, nas rosetas (formação definida pelo arranjo das folhas) que armazenam água.

      Leia mais a seguir:
      http://www.monicacipelli.com.br/blog_single/49/bromelias-vilas-ou-mocinhas

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