No olho do furacão da crise econômica no Brasil, os pais tem buscado negociar descontos para manter filhos em escolas particulares, pois a inadimplência na rede particular aumentou 22,6% no primeiro semestre. A estimativa é de queda de 10% a 12% no número de matrículas em 2016.

Muitos pais que não lograrem êxito nestas negociações devem matricular os filhos, ou melhor, tentar matricular na rede pública. Sim, aquela rede mesmo, cheia de vagas sobrando e qualidade de primeira. #SQN

As famílias tem tido muita dificuldade em manter os filhos em escolas particulares e uma das saídas para atravessar a crise atual é negociar descontos e bolsas de estudo.

Como aumento do custo de vida no Brasil, aliado à alta inflação e desemprego subindo, a inadimplência nas escolas particulares já tinha aumentado 22,6% no primeiro semestre. A situação financeira de muitos pais não melhorou, então a Federação Nacional das Escolas Particulares estima que haverá uma queda de 10% a 12% no número de matrículas em 2016.

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A mesada estimula os filhos a planejar, poupar e conquistar, além de preparar para lidar com as frustrações de desejar algo e não ter recursos financeiros para adquirir.

Com os ensinamentos da mesada os pais conseguem enfrentar o dilema do equilíbrio entre dar o melhor a seus filhos e ensiná-los a valorizarem o que já possuem.
O grande estímulo é mostrar que o dinheiro é um recurso limitado, é preciso diferenciar o que são necessidades e o que são desejos.
Assim a mesada torna-se um excelente instrumento de educação financeira. Através dela a criança pode aprender a lidar com o desapontamento de querer algo para o qual não tem dinheiro e aprender a esperar e poupar para atingir esta meta.

Muitos pais tem dúvidas em relação à mesada, as quais pairam sobre quando começar a dar, quanto e com qual periodicidade.
Álvaro Modernell, especialista em educação financeira infantil e autor de livros sobre assunto, responde as perguntas mais frequentes em entrevista ao Dinheirama.

Confira a seguir:

Há uma idade ideal para começar a dar mesada?

Álvaro Modernell: Depende bastante da maturidade da criança e do estilo de vida da família, mas em geral vejo a faixa entre 6 e 7 anos como o melhor período, pois é a idade em que as crianças começam a ser alfabetizadas e passam a lidar mais intensamente com números. É bom quando a criança pede ou sugere, assim valorizam mais, ficam mais receptivas às orientações e sentem que estão conquistando algo.

Quanto dar de mesada? Cada faixa etária deve receber um valor diferente?

A.M.: Não há valor definido ou fórmula que funcione adequadamente para todos os perfis de famílias. Os pais devem observar as possibilidades de seu orçamento, os hábitos da criança e da família e a partir desse ponto buscar um parâmetro para iniciar.

Porém, é importante ressaltar que mesmo que haja a possibilidade de dar uma mesada alta, isso deve ser evitado. Em termos de educação financeira, a escassez ensina mais do que a fartura e em caso de eventual aperto financeiro da família as crianças não sentirão tanto.

É interessante que os pais conversem com os pais dos amigos mais próximos de seus filhos e tirem uma média, um valor parecido, assim não fica um valor exorbitante, mas também não frustra a criança com um valor muito baixo.

Além do valor, devem ser combinadas, acompanhadas e respeitadas pelas duas partes a periodicidade e as regras de pagamento e uso.

O dinheiro do lanche escolar deve estar incluído na mesada?

A. M.: Na infância, não. O dinheiro do lanche nunca deve estar incluído na mesada porque se corre o risco de a criança deixar de comer para não gastar o seu dinheiro.

Caso a família opte por dar dinheiro às crianças para comprar lanche na escola, os valores devem ser separados da mesada e, caso a criança opte por não comer naquele dia ou se sobrar troco, deve ser devolvido aos pais. Para adolescentes, isso pode acontecer, mas também com regras claras.

E condicionar a mesada com o desempenho escolar?

A. M.: Também não é recomendável! Isso pode estimular uma mentalidade mercenária. A criança pode cair de produção em um período sabendo que, mais adiante, com uma melhora nas notas, receberá uma recompensa financeira.

Além disso, encontramos casos de pais que terceirizaram ao dinheiro a responsabilidade pelo acompanhamento das tarefas e desempenho escolar, o que efetivamente é bastante prejudicial à educação infantil.

Como os pais devem pagar a mesada?

A. M.: Embora tenha o nome mesada, o ideal para as crianças menores é que não seja mensal, pois elas ainda têm dificuldade para lidar com horizontes temporais distantes. No início, dos 6 aos 8 anos, sugiro periodicidade semanal. Entre 8 e 10 anos pode-se optar por um período de transição, com a quinzenada.

A partir dos 10 ou 11 anos, conforme a maturidade da criança, pode-se estabelecer a mesada propriamente dita, com a periodicidade mensal, que será a da maioria dos ciclos financeiros que irão vivenciar na vida adulta.

É importante também que os pais mantenham as decisões a partir do momento que decidirem dar a mesada, como pagar no dia e no valor acordados. Mesada é coisa séria! E, se possível, devem pagar com dinheiro trocado, estimulando-as a poupar uma parte sempre que receberem algum dinheiro.

Qual a principal lição que fica para a criança e para os pais que optam pela mesada?

A. M.: Para as crianças ficarão experiências, aprendizados com erros e acertos, terão que fazer escolhas, conviver com limites. Aprenderão a controlar, pesquisar preços, a poupar, a planejar compras. Muitas vão desenvolver habilidades, atitudes e posturas importantes para que, quando adultas, tenham uma vida financeira tranquila e com boas perspectivas.

Para os pais, a percepção de que não basta dar o instrumento – a mesada. Precisarão dar também orientações e educação financeira propriamente dita. Também perceberão que é mais econômico e mais produtivo estabelecer limites para os filhos também nas questões financeiras.
Fonte: http://dinheirama.com/blog/2015/10/19/mesada-ensina-crianca-planejar-poupar-conquistar

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Regras da mesada
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Até o próximo post.

Hoje em dia o telefone celular, smartphone, tablet e/ou computadores funcionam como um milagre para manter seu filho quietinho enquanto executa outras tarefas, como assistir aquele jogo preferido na TV, enquanto espera na fila do supermercado/banco ou está na sala de espera do médico/dentista! Então a criança desenvolve o hábito de sempre pedir para brincar com os seus gadgets e você acaba deixando, pois ele fica lá, tranquilo, paralisado e feliz, sem mexer em nada proibido. Como saber se isso faz bem ou não? Confira:

Crianças pequenas e a tecnologia
http://brasil.babycenter.com/a3400566/crianças-pequenas-e-a-tecnologia
Criança pequena no celular ou tablet: quanto tempo pode?

Até o próximo post.

No BabyCenter saiu uma ótima publicação sobre crianças de 2 anos e 9 meses, a qual permite entender o temperamento de uma criança nesta idade.

Quando se aproximar dos 3 anos, muitas crianças começam a despertar a curiosidade sobre as variações de humor de outras pessoas. A criança pequena vai perguntar, exemplificando, por que o papai está bravo ou por que o irmão mais velho parece triste. O temperamento do filho fica mais evidente, provavelmente os pais já perceberam que ele também tem variações de humor. Acompanhe seu filho na descoberta de todos esses lados de sua personalidade, tanto nos momentos reflexivos, como nos momentos em que ele fica tagarela ou bravo, deixe bem claro que, independentemente de qualquer coisa, que você o ama e aceita. Os pais podem, por exemplo, ajudar o filho mais tímido a fazer amizade com outras crianças, porém nunca faça pouco ou provoque se ele preferir ficar no seu colo. Respeitar a maneira como uma criança responde ao mundo é importante para que ela adquira autoconfiança.

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2 anos e 9 meses
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