papinhas

A Anvisa proibiu o comércio irregular de alimentos de seis empresas. A ausência de registros sanitários nos alimentos infantis motivou a proibição da fabricação, distribuição, comercialização e divulgação de todos os lotes irregulares.

Os alimentos em questão, considerados alimentos de transição, são aqueles industrializados para uso direto ou empregados em preparo caseiro, utilizados como complemento do leite materno de lactentes de seis a doze meses de idade incompletos e crianças de primeira infância (de 12 meses a 3 anos de idade) para adaptação progressiva aos alimentos comuns. Por serem alimentos infantis, são de registro sanitário obrigatório.

Confira abaixo quais foram os alimentos proibidos e as respectivas empresas fabricantes:

Produtos 

Exceção 

Marca 

Empresa 

Cremes, Papinhas, Purês e Pratos prontos (fases 1, 2, 3 e júnior) 

– 

Pratinho Cheio 

Silvia Henrique da Silva dos Santos 

Papinhas fase 1 (+6 meses) e Papinhas fase 2 (+9 meses) 

Sopinha de peito de frango, feijão branco e espinafre 

Gourmetzinho 

Gourmetzinho Alimentos para Bebês Eireli 

Papinhas e Comidinhas 

– 

Da Hortinha 

Da Hortinha Alimentação Infantil Ltda 

Sopas sem pedaços (a partir do 6º mês), sopas com pedaços (a partir do 9º mês) e Comidinhas (a partir de 1 ano) 

– 

Prapapa 

Monica Viotto Godinho, nome fantasia Pra-Pa-Pa Alimentos Ltda 

Sopinhas, Comidinhas e Lanchinhos 

– 

Semente do Bem 

Semente do Bem Alimentação Infantil Ltda 

Papitta 1ª Fase (a partir de 6 meses), 2ª Fase (a partir de 8 meses) e Sobremesas (a partir de 6 meses) 

– 

Papitta 

Papitta Alimentação Ltda 

http://portal.anvisa.gov.br/rss/-/asset_publisher/Zk4q6UQCj9Pn/content/id/3421171

Até o próximo post.

Ótimo produto, o qual é indicado para aliviar a dor e a coceira comuns no surgimento da primeira dentição em crianças. O Nenê Dentro também apresenta ação anti-inflamatória local.

Ajuda a acalmar aquele chororô dos seis meses em diante quando geralmente começam a surgir os primeiros dentinhos dos bebês.

Mais detalhes consulte:

http://www.drogaraia.com.br/coisas-de-crianca/nene-dent-gel-10-g.html
Nenê Dent

Não esqueça de consultar um pediatra.

Até mais.

Chegou a hora de fazer o chá de fraldas ou mesmo chá bar, onde participam mães, amigas, pais e amigos, o que deve predominar nos presentes são as fraldas. Aí vem a pergunta: qual a melhor opção?

Sem sombra de dúvidas, pela experiência pessoal lá em casa, concluímos que o melhor custo benefício é a Pampers Premium Care. Vale o que se paga. Não irrita a pele e não vaza, claro, fala-se aqui de bom uso do produto conforme as instruções do fabricante.

De qualquer forma, o melhor custo benefício é conforme o bolso de cada um, ou seja, onde o calo aperta. Com base nisto, vamos há algumas outras opiniões:

Pampers – minha preferida (e também da Indigui), por ser bem macia, flexível de um material que parece deixar a pele respirar mais. O poder de absorção é alto. E ainda por cima é uma das mais baratas, considerando o preço unitário da fralda (ao menos na rede de mercados Hiperminas aqui de BH).

Huggies/Turma da Mônica – ótimo poder de absorção, uma das mais conhecidas do mercado, porém acho que perde para a Pampers em flexibilidade. É um material mais rígido, menos flexível. Mas é uma excelente fralda também, muito confiável para não ter vazamentos. Parece causar um odor mais forte que o da Pampers e outras…

Pompom – menos famosa, mas flexível e macia o suficiente. Sem problemas de odor e boa absorção. Usei já faz um tempo, mas lembro-me de que gostei. Só não compro mais porque nem sempre o preço unitário ganha da Pampers, e porque não se acha em todos os mercados por aqui…

Cremer – experimentei há pouco tempo. É uma fralda mais simples, com material bem macio porém que parece mais plástico nas abas em contato com a perninha (parece deixar a pele respirar menos). Tem um cheirinho gostoso que disfarça o mau cheiro de xixi. Isso pode ser um ponto positivo ou não, considerando que é uma “química” a mais em contato com a pele do bebê. Não parece ter tanto poder de abosrção quanto a Pampers e a Huggies, ficar atenta com as trocas para não ter vazamentos.

Babysec – experimentei ontem pela primeira vez. Também é uma fralda mais simples, mas muito boa. A flexibilidade fica entre a Huggies e a Pampers. O material das abas também é mais plástico, mas também suficientemente macio. Vazou ontem após eu esticar a troca para 4 horas (o xixi se concentra na parte frontal, e o gel não aguentou). Apesar disso, considero uma opção boa. Mas o preço unitário por aqui perde para as demais. Julia já dormiu com ela sem vazamentos a noite toda.

DICA: sempre que for comparar preços, divida o preço do pacote pela quantidade de fraldas que vêm nele, assim você tem o real preço por fralda.
Fonte: http://lavandoafraldasuja.wordpress.com/2014/03/10/qual-a-melhor-marca-para-meu-bebe-avaliacao-de-fraldas-etc

Vale a pena ressaltar:
– Os recém nascidos chegam a usar de 8 a 10 fraldas por dia;
– Dos seis meses a 1,5 ano essa quantidade pode diminuir para algo como 4 a 8 fraldas;
– Passou de 1,5 ano ou quando eles começam a andar, a quantidade de fraldas usadas tende a diminuir ainda mais, usando a 3 a 4 fraldas por dia aproximadamente até chegar no desfralde diurno.

Leia também:
– Escolhendo a fralda descartável do bebê

fraldas-pumpers

Até o próximo post.

Para quem não sabe, a cólica é um termo geralmente usado para descrever o choro incontrolável em bebês saudáveis. Se o seu filho tem menos que 5 meses, chora mais que três horas seguidas mais que três vezes por semana, e isso já dura ao menos três semanas, existem boas chances de ser cólica. Ela costuma aparecer por volta de duas a três semanas após o nascimento (no caso de crianças prematuras, de duas a três semanas após a data prevista para o parto).

É normal que bebês chorem quando estão com fome, assustados, molhados ou cansados, porém crianças com cólica choram sem parar e pode ser difícil conseguir lhes dar conforto ou consolo. Podem comprar, quem ainda não comprou:
– Bolsa de água quente (dá pra aquecer no microondas…de madrugada..é uma mão-na-roda);
– Ofurô/balde para banho morno no bêbe, se não tiver, usa um balde mesmo;
– Simeticona, claro, e/ou outro anti-gases que o pediatra recomendar.

Não use…nunca use…. no desespero da madrugada sentar na poltrona de amamentar(é uma delicia quando pára o choro!!!) …. somos mais pesados que a mamãe e ao apoiar as pernas no puff …. ela vira de costas … você e o bebê …. serão jogados no chão …..kkkkkkkkkkkkk, com um conhecido meu foi assim 🙂 !

Leia também:

Cólica no bebê
Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
http://brasil.babycenter.com/a1500163/cólica-no-bebê

Por que a Funchicórea foi proibida?
Muito utilizado para combater as cólicas em bebês, o medicamento teve registro cancelado pela ANVISA.
http://guiadobebe.uol.com.br/por-que-a-funchicorea-foi-proibida/

Funchicórea voltou ao mercado

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/07/1307324-droga-tradicional-para-colica-de-bebe-volta-ao-mercado.shtml

Até o próximo post.

A família cresceu, o filho está ficando grande e o imóvel atual ficou pequeno. Então aí vem a pergunta: como decidir qual imóvel será o melhor para sua família?

Claro, sabemos que estamos num cenário ruim do mercado imobiliário nacional, porém você não vai querer voltar a morar nos fundos da casa da sua sogra, ou vai? Mesmo que não consiga o melhor preço para comprar neste momento, no mínimo alugar um novo imóvel é um plano possível. Sendo assim, é bom se atentar a algumas coisas:

– Comprar um imóvel é um pouco mais complexo:
Quando se procura um lugar para criar uma família. Afinal, não são apenas os seus gostos, mas também a escola das crianças, o trabalho, o lazer no final de semana e a vizinhança para educar os filhos.
Uma única pessoa pode estar disposta a se contentar com uma casa menor ou um em um local menos atraente. Mas, quando existe família na jogada, nem sempre é assim.
Quando se tem uma família – e principalmente filhos -, é preciso um lugar não apenas para descansar, mas também um imóvel seguro e tranquilo para que você saiba que sua família está no lugar certo.

– O tamanho importa:
O tamanho é uma das considerações mais importantes de uma família ao comprar um imóvel. Enquanto as gerações passadas podem ter conseguido conviver em casas menores, esses lugares não são os melhores lugares para criar uma família hoje em dia.

As crianças podem ser barulhentas e gostar de correr, espalhar os seus brinquedos e, transformar seu espaço de trabalho em sua área de lazer. Um imóvel com pouco espaço para as crianças brincarem pode afetar a sua sanidade.

Por outro lado, um imóvel com uma grande sala de estar, ou salas que podem se tornar quartos extras, ou uma brinquedoteca, será mais adequado para ajudar as crianças a crescerem e mantê-los debaixo sob seu olhar.

Mesmo se você não designar um espaço para brincar, um quarto extra pode ser um refúgio adulto longe da agitação das crianças.

O espaço da sua casa importa muito quando o assunto é família.

– Praticidade
Além do tamanho do imóvel, considere o tamanho de sua família. E não se esqueça também de se perguntar sobre o que é importante para você quando você compra uma casa.

Aqui estão algumas perguntas a se fazer:

Se todo mundo estiver junto ao mesmo tempo, a cozinha e sala de jantar são grandes o suficiente para ser capaz de preparar e servir refeições com sua família e amigos, todos sentados, ao mesmo tempo?

Será que a lavanderia é grande o suficiente para suportar uma grande máquina de lavar, que é uma necessidade quando há crianças ativas constantemente sujando as roupas ou envolvidas em esportes?

Há um número suficiente de tomadas de parede para todos os computadores, televisores e artigos eletrônicos que você e seus filhos usam?

Existem espaços de armazenamento para as coisas de todo mundo: brinquedos, roupas, ferramentas utensílios?
Você quer passar tempo ao ar livre?

Uma casa com um quintal grande, ou até mesmo uma piscina poderia ajudar sua família a aproveitar ao máximo os momentos de lazer?

– Segurança
Você vai ficar menos preocupado com seus filhos, sabendo que eles estão seguros, tanto dentro quanto fora de casa.
Dentro de casa, considere o layout, equipamentos e mobiliário. Por exemplo, pense no seguinte:

É importante ter um design de plano aberto, onde você pode supervisionar os seus filhos, enquanto está na cozinha?

Se você tem filhos pequenos, será que um andar aberto dificulta a segurança das crianças em sua casa ou deixa seus filhos longe do acesso de itens perigosos?
Faça closets e armários embutidos e veja se há qualquer perigo de crianças ficarem presas lá dentro.

Teremos problemas com a possibilidade das crianças caírem da escada? As bancadas, mesas e prateleiras têm cantos afiados perigosos?
Se a propriedade tem um quintal ou uma piscina, elas estão protegidas por uma cerca?

No caso de apartamento, as janelas estão gradeadas, ou existe algum risco de queda?

Além disso, você também vai querer determinar quanto tempo levaria para chegar ao hospital em caso de emergência:

Há médicos, hospitais e presença policial nas proximidades?

O bairro parece amigável? Há muitos cães na vizinhança que podem intimidar os seus filhos?

O transito é moderado ou os carros geralmente ignoram as leis?

É seguro atravessar as ruas?

Existem fábricas ou outras fontes de poluição que podem afetar a saúde de seus filhos?

As respostas a estas perguntas vão impactar tanto o bem-estar de seus filhos e sua paz de espírito.
Garanta que a sua casa seja segura para que seus filhos não corram riscos.

– Localização
A localização de uma casa é fundamental quando você tem filhos.
Mesmo se você confirmar que a área não tem quaisquer preocupações de segurança, seus filhos terão que frequentar a escola.
Existem instituições de ensino próximas que atendem as suas necessidades? Caso a resposta seja negativa, é fácil levar e buscar seus filhos na escolha diariamente? Há opções de cuidados pós-escolar disponíveis?
Além das escolas, ande pelo bairro para ter uma ideia se seus filhos terão acesso a companhias e lugares para brincar. O bairro fornece acesso a lojas, entretenimento e opções de atividades extracurriculares?
blog.proprietariodireto.com.br/dicas-para-comprar-imovel-para-familia

Até o próximo post.

Eu aposto que tem muitos pais que ainda não conhecem os clubes de compras, muito menos um tipo de clube de compras conhecido como clube de fraldas.

Esta é uma “dica quente” que pode facilitar muito a sua rotina de comprar fraldas, principalmente para aquelas famílias que não costumam planejar a compra de fralda para o mês todo. Existem muitos que só compram quando termina o pacote ou quando encontram uma promoção. Às vezes precisam sair correndo e comprar a marca que tivesse na farmácia ou mercado mais próximo da marca que tiver disponível em tais estabelecimentos. Este fato também ocorre com lencinhos e pomadas.

Há vários meses atrás minha esposa descobriu o Clube das Fraldas e virou assinante, fato que nos tem sido um grata surpresa tal descoberta. É tudo muito simples e prático. Você escolhe o kit que preferir e receberá todo mês em casa. Calcule aproximadamente quantas fraldas o seu filho(a) usa por mês e escolhi o melhor para ele(a). Quando as fraldas estão quase terminando, logo chega uma(s) caixa(s) nova(s) na sua casa.

E você pode alterar o tamanho das fraldas conforme o crescimento do seu bebê. Basta avisar .

Para os que não conhecem, seguem algumas informações preciosas sobre as vantagens de ser um sócio clube de fralda:

– Receber as fraldas em casa;
– Economizar vários porcentos na compra;
– Comprar a quantidade ideal;
– Ter outros descontos exclusivos;
– Escolher o tipo de kit desejado às suas necessidades;
– Não passar apuros tendo que sair de madrugada para comprar fraldas quando as mesmas “acabarem de repente”;
– Alterar o tamanho das fraldas conforme o crescimento do seu bebê. Basta avisar;
– Escolher a forma de pagamento mais confortável;
– A vantagem de sempre ter desconto, fazendo com que muitas vezes o kit com fralda, lenços e pomada, além dos brindes, saia o mesmo que comprar só as fraldas.
Fontes de consulta:
bebestore.com.br/assinaturas/clube-da-fralda/como-funciona
minhasdikas.com/2014/01/clube-das-fraldas.html

Espero que esta “dica quente” venha a facilitar um pouco a vida dos pais.

Qual a hora certa para baixarmos o estrado do berço?

A princípio pode parecer besteira, porém é uma decisão difícil. Ao baixar o estrado as coisas ficam mais complicadas, pois na hora de colocar o bebê dormindo tem-se o medo dele acordar, além de ser necessário se esticar todo para conseguir deitar o bebê.

Mesmo que o berço tenha a lateral sobe e desce, tem o risco de fazer o maior barulho depois de você ter colocado o bebê no berço, ao for subir a lateral. Isto pode ser o maior perrengue e até gerar um stress no casal. Tem que até competição para ver quem se garante mais em colocar o nenê no berço e subir a lateral sem acordá-lo :).

A melhor hora de baixar o berço deverá ser quando o bebê já estiver sentando (geralmente algo entre 5 e 6 meses), mesmo que não sente sozinho, em algum momento ele vai conseguir sentar, sendo que nesta hora ele deve estar bem protegido com o berço beeeeeem lá embaixo, porque tudo pode acontecer. Há quem já abaixe o estrado na fase em que o bebê está rolando, não deixa de ser uma boa também.

Tem outra fase que é quando os bebês ficam em pé sozinhos e dão pulinhos se segurando nas grades do berço: outro perigo.
Neste momento costuma aconselhar-se tirar o kit berço, pois os “arteiros” usam o enxoval para pular a grade do berço.
Logo, pais e mães, não deixem para amanhã, abaixem o estrado do berço hoje, caso o seu filhote se enquadre nestas características. A segurança do bebê sempre será o mais importante.

E quanto a transição do berço para a cama?

Não existe uma regra para trocar o berço por uma cama (uma caminha especial para crianças pequenas, a chamada cama júnior ou minicama, ou de solteiro). A maioria das crianças acaba fazendo essa transição em algum momento entre 1,5 anos e 3,5 anos. Caso os pais não tenham um motivo para fazer a transição, recomenda-se esperar até que o filho tenha perto de 3 anos, sendo que antes disso a criança pode não estar pronta e acabar estranhando, porém a mudança é necessária quando: a criança não cabe mais no berço, ou é muito espoleta e resolve pular as grades; quando tem mais de 90 cm de altura; quando há um irmãozinho a caminho.
Fontes de consutas:
blog.opovo.com.br/imae/quando-baixar-o-estrado-do-berco/
brasil.babycenter.com/a3400233/a-transi%C3%A7%C3%A3o-do-ber%C3%A7o-para-a-cama#ixzz3AnXoU0E5