Existem várias gestantes que ainda se referem à gravidez com exclusividade ao usar expressões de forma consciente e inconsciente, as quais transmitem a mensagem de que a gestação e criação dos filhos são questões puramente femininas.
Tal fato reflete atitudes ancestrais quando o homem era excluído da relação e sua participação terminasse no momento em que o bebê era concebido.

Hoje em dia, felizmente os tempos estão mudados e o que presenciamos é cada vez mais aumentar o número de homens que desejam participar ativamente do processo da paternidade, constituindo-se num elemento-chave indispensável da equação pré-natal. Desta forma, não se considera apenas a mulher grávida, mas o “casal grávido”.
Enquando se passam os meses de gestação, o feto ouve a voz paterna e percebe a influência que ele exerce em sua mãe, através dos batimentos cardíacos, corrente sangüínea e produção hormonal. Tudo aquilo que afeta positiva e negativamente sua mãe, também afeta o bebê e as questões conjugais entram em jogo com um grande peso, pois são as que mais atingem emocionalmente a gestante.
Aconte que a voz paterna é tão importante para o nenê, que se o pai se comunicar com ela ainda “in útero”, a criança é capaz de reconhecê-la e de reagir, logo ao nascer. Desta forma, se por algum motivo a mãe e bebê são separados após o nascimento, o pai deve assumir e estabelecer contato com ele para que não perca seus referenciais intra-uterinos, podendo sentir-se novamente em segurança.

Conforme explica a psicóloga Catiéli Malaguez Marques, artigo “A importância da paternidade no desenvolvimento infantil”, pai ausente não é aquele que foi embora, se separou da mãe e reside em outra casa, mas é aquele que nada contribui para o desenvolvimento do filho, o que independe de morar juntos na mesma casa. Mesmo que em outra residência, o pai ainda pode representar muito bem sua figura paterna, participando de eventos importantes na vida da criança, auxiliando-a quando necessário, tendo momentos afins (mas momentos de qualidade, embora que em pouco tempo).
Ela também chama atenção para a transformação cultural da sociedade e a influência disso na formação das famílias modernas: “As transformações culturais conduziram a uma mudança na estrutura das famílias atuais, onde nem sempre o que se vê são pais e mães educando juntos os filhos. Não existe regra para se dizer qual criança será problemática ou não, mas nem sempre serão as crianças órfãs de pais ou filhos de pais separados que sofrerão essa consequência. As crianças necessitam de afeto, amor, limites e cuidados, e a família tem o papel de suprir essas carências”.

mão de pai e filho

Leia também:

Até o próximo artigo.

Segue um texto bem interessante que recebi em uma newsletter agora a pouco.
Vale a pena conferir:

Importância da leitura na formação da criança

O valor e a importância da leitura começam em casa. Contar histórias é um costume antigo da humanidade e que precisa ser mantido nos dias atuais, seja contando ou lendo histórias às crianças. A leitura deve ser uma atividade prazerosa entre a criança e seus familiares, deve se constituir em uma forma mágica de brincar com as palavras, estimulando a criança a desenvolver a imaginação.

O papel de pais e educadores é o de oferecer às crianças, desde cedo, o contato com obras-primas da literatura infantil, ou seja, tomar contato com livros de boa qualidade. Com isso, é possível que a criança crie o hábito e o prazer pela leitura. A criança a quem os pais contam histórias crescerá cercada de livros e buscará a companhia deles ao longo da vida. Assim, favorece-se o interesse por ler e, mais tarde, por estudar sobre todo o tipo de assunto. Criam-se assim condições mais favoráveis para o futuro do estudante.

A criança é imaginativa, exercita a realidade por meio da fantasia. Por isso, é preciso oferecer várias fontes de literatura como: contos, histórias sem texto escrito (somente com ilustrações), fábulas, poemas e cantigas. As crianças gostam de leituras que lhes deem prazer, portanto, identificar assuntos que as interesse é sempre uma boa alternativa.

É preciso deixar as crianças expressarem seus gostos e preferências pela leitura de diferentes gêneros, permitindo que leiam os livros por puro entretenimento.

A leitura, como qualquer arte, vai além da informação e a criança precisa ser estimulada para gostar de ler e crescer como um bom leitor, pois gostar de ler é um hábito que se desenvolve e pode ser alimentado pelos pais, sempre.

Indicações de leitura para crianças de acordo om a faixa etária

2 anos – a criança, nessa faixa etária, costuma se prender ao movimento, ao tom de voz, e não ao conteúdo do que é lido ou contado. Ela tem sua atenção conquistada por meio do uso de fantoches e de objetos que conversam com ela durante a história. Por isso, as histórias devem ser rápidas e curtas, pois a criança ainda não desenvolveu sua concentração e fica inquieta se a história se prolongar.

Procure livros que tenham uma gravura em cada página, evidenciando formas simples e com cores atrativas visualmente.

Nesta fase, a criança apresenta uma grande necessidade de pegar o livro para explorá-lo, para manuseá-lo; assim como o faz com outros objetos. Os livros de pano e de plástico, feitos com material tóxico, são os mais indicados para essa idade. Livros elaborados com outros materiais também podem ser manipulados pela criança, porém, com a supervisão de um adulto.

3 anos – nessa fase, as histórias ainda devem ser rápidas, com poucos personagens e com textos curtos. O enredo deve ser simples e vivo, aproximando-se, ao máximo, das vivências da criança. Nessa idade, as crianças têm grande interesse por histórias de bichinhos, brinquedos e seres da natureza. Identificam-se facilmente com todos eles.

As histórias devem ser contadas com muito ritmo e entonação. Para isso, faça as vozes dos personagens e os imite; certamente, as crianças irão adorar e ficarão atentas.

Os fantoches continuam sendo um material muito indicado. É possível utilizar um avental de contação de histórias e estimular a criança a participar do momento, podendo manusear os personagens.

A música exerce um grande fascínio sobre a criança dessa idade; assim, muitas canções podem ser apresentadas nos enredos das histórias, de modo a conquistar ainda mais atenção e o interesse.

4 a 6 anos – Os livros devem conter gravuras, ilustrações, desenhos, etc., sem texto escrito ou com textos que podem ser lidos pelas próprias crianças ou por adultos para elas. As imagens dos livros devem proporcionar uma situação que seja significativa para as crianças ou que lhes seja atraente.

A graça, o humor, cria um clima de expectativa ou mistério que são fatores essenciais nos livros para prender a atenção da criança dessa idade.

As crianças gostam de ouvir a história várias vezes. É a fase de “conte outra vez”.

Um recurso maravilhoso para prender a atenção das crianças dessa fase é a transformação do contador de histórias com roupas e objetos característicos. A criança acredita realmente que o contador de histórias se transformou no personagem ao colocar uma máscara, chapéu, capa, etc.

Existem no mercado excelentes títulos apropriados para cada fase do desenvolvimento cognitivo da criança. Livros apenas com gravuras ou com textos com letras de forma.

Cabe aos pais fazerem uma boa escolha e investir na educação de seus filhos.

Dicas para estimular a criança a gostar de ler

– Escolha o momento certo para contar uma história para seu filho.
– Peça que ele escolha a história que gostaria de ouvir.
– O livro de história deverá estar de acordo com a faixa etária da criança.
– Faça uma leitura enfática.
– Caso a criança ainda não seja alfabetizada, acompanhe o texto com o dedo, indicando as linhas do livro onde está lendo. Para as crianças alfabetizadas, estimule-as a ler trechos, falas de personagens, por exemplo.
– Se perceber que a criança está cansada, interrompa a leitura e retorne a ela em outro momento.
– Contextualize com a criança a história quando terminar de conta-la. Procure saber o que ela achou da história – se concordou com o final ou se gostaria de criar outro para a história. Fazendo isso, você estará ajudando a criança a desenvolver o senso crítico.
Passinho Inicial

livros

Sabe quando o choro do seu filho vai acabar!?
A resposta é: nunca!
Ele só alterna entre momentos de mais choro ou menos choro, mais frequente ou menos frequente. Pelo menos ao passo que vai aprendendo a falar, esta comunicação vai tomando o lugar do “quem não chora, não mama”, porém demora…

Assista também:
O fim do choro do bebê

Enfim, você pode até não conseguir acalmar o nenê e fazê-lo parar de imediato, mas pelo menos dá para saber quais os tipos mais comuns de choro a seguir, principalmente para pais de primeira viagem com filhos recém nascidos sem os pais e sogros por perto para ajudar:
roer unhas
Fome: “É um choro que vem do movimento de sugar, faz um som parecido com um ‘né’. Se você reparar bem em seu bebê, vai conseguir encontrar este sinal.”

Sono: “Este vem do bocejar e por isso, a boca do bebê forma uma circunferência, ela fica bem ovalar. O som que ele emite é bem vogal e parecido com um ‘au’.”

Desconforto: “É preciso identificar o som ‘heh’, que vem forte, do choro.”

Arroto: “Quando o bebê não consegue arrotar ele contrai o abdômen a fim de expulsar o gás. Durante este processo o bebê solta um ruído durante o choro que a gente chama de “ê”, que nada mais é a necessidade de se livrar do arroto preso”.

Cólica: “Ele é mais sofrido, dá para ver que o bebê está irritado, nervoso. Procure o som ‘ear’ do choro.”
Fonte: mulher.terra.com.br/saiba-como-identificar-os-5-tipos-de-choros-dos-bebes,d28bde641f897310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html
Buáááá. choro cry
Haja paciência, gusfraba. Assistam Tratamento de choque, filmaço e assim vão entender a expressão no começo deste parágrafo.

Quando a criança vai começar a falar? Aos poucos vai aparecendo uma palavra aqui, outra ali e quando percebe-se o seu filho estará falando pelos cotovelos.

Uma coisa parece certa: a palavra não deverá ser uma das primeiras palavras a entrar no pequeno vocabulário da criança, portanto é bom os pais economizarem os nãos. Ao invés de dizer “não mexa aí”, diga, por exemplo: “Venha brincar aqui com o papai”.
Fonte de consulta: brasil.babycenter.com/s3500032/1-ano-e-3-meses?scid=br_pt_mbtw_toddler_post15m0w
Pai e filho

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  • Os primeiros passos
  • Seu bebê está demorando para começar a falar? Veja as possíveis causas desse atraso
  • Até o próximo post.

    Para alguns ainda o andar da criança nos seus primeiros passos está associado ao andador infantil, equipamento que está sempre no centro de polêmicas quanto aos seus benefícios e malefícios, porém a questão não é tão simples para que seja classificado como bom ou mal à criança. Os riscos de acidentes existem de fato e uma informação importante é que no Canadá a venda dos andadores infantis foi proibida. Países como os Estados Unidos também querem a sua proibição. O motivo mais importante para a eliminação desses andadores é o grande números de acidentes graves envolvendo crianças e andadores.

    O ato de andar é um dos marcos mais importantes da vida do filho, já que é um enorme passo a caminho da independência dele e quando o mesmo toma coragem para largar a cadeira ou o sofá que serviam de apoio e avança hesitante para seus braços, não irá demorar muito para que você o veja correndo e pulando por todos os lados, cheio de confiança: neste momento ele já não será mais o seu bebê.

    Durante o primeiro ano de vida, o seu nenê vai aos poucos ganhando coordenação motora e força muscular no corpo todo, aprendendo como se virar, sentar e engatinhar. Passando esta fase ele vai conseguir ficar de pé, por volta dos 8 meses aproximadamente. Então depois disto é só uma questão de confiança e equilíbrio, sendo que a maioria dos bebês dá os primeiros passos entre os 9 e os 12 meses, andando bem com 1 ano e 3 meses, mais ou menos por aí. Evite preocupações se o seu neném demorar um pouco mais, por que há muitas crianças absolutamente normais que só vão andar com 1 ano e 4 meses, 1 ano e 5 meses ou até mais.

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    andador-de-bebê

    Até o próximo post.

    Os especialistas recomendam evitar ser apenas um pai e mãe de fim de semana, pois estar divorciado e/ou separado presume-se conviver com certos conflitos.
    A pessoa fica com vontade de ver/estar com os seus filhos e passar o maior tempo possível com eles, porém este desejo é limitado pela própria separação dos pais.

    Estudos demonstram que as memórias obtidas pelas crianças quando são pequenas tem relação com a maneira como se desenrolam as situações comuns, como crescem e não
    com aniversários/festas extravagantes ou férias/passeios muito caros. O quem impacta de fato as situações normais que ficam na memória e que nos servem de experiência.

    Abaixo seguem 10 conselhos para evitar ser um apenas um pai ou mãe de fim de semana:

    1) Seja constante e cumpra os seus compromissos para com os filhos. Se disser “Amanhã vou te ligar”, ligue mesmo. Não deixe para outro dia;

    2) Promova uma boa comunicação com eles e demonstre que está disponível para que possam falar contigo sempre que precisarem;

    3) Participe na vida dos seus filhos. Lembre-se das comemorações de aniversário, eventos significativos e de outras situações que sejam importantes para eles;

    4) Passe um tempo de qualidade com eles ao reservar parte do seu horário para isto. Não se esqueça de que quem busca estar contigo são os seus filhos e não os brinquedos deles;

    5) Envie-lhes pequenos símbolos do seu amor e carinho como postais, pequenas notas, cartões especialmente dedicados a eles, etc., fazendo com que sintam que você pensa neles;

    6) Evite agendar atividades laborais ou de outro tipo nos períodos em que deve estar com seus filhos. Muitas vezes as ocupações desviam-nos e atrapalha para cumprir as promessas da visita às crianças.
    O tempo que passa com eles é a forma mais fácil de mostrar que eles são a coisa mais importante do mundo para você;

    7) Pergunte a eles o que querem fazer quando estão com você e não esqueça de incluir as necessidades deles nas suas visitas;

    8) Um filho é fruto do seu amor, portanto faça-o sentir que, embora os pais estejam separados, ele é amado.
    Para os pais serem carinhosos é necessário persistência na repetição das atitudes. Torne os seus filhos responsáveis pelas suas ações e comportamentos;

    9) Não comente com o seu filho os prejuízos financeiros que ocorreram devido ao divórcio dos pais da criança.
    Não perca o foco. O seu tempo com o filho deve ser precioso e deixe claro que ele não tem culpa da sua separação. Deixe-o distante dos seus problemas;

    10) Evite sentimentos de rancor ou de ressentimento para com o seu ex-cônjuge.
    Fonte de consulta: igualdadeparental.org/pais/evitar-ser-un-padre-de-fin-de-semana

    Pai e filho no campo lendo livro

    Até o próximo post.

    Olha eu lá dentro do mini arborismo mirim para dar apoio pro filhote de 1 ano e meio na época. 🙂
    arborismo mirim
    Shopping em Ubatuba/SP
    “Ser Pai é que mesmo diante dos contratempos, não desistir da sua família e do seu papel de pai mesmo com seus compromissos diários que impeçam de ser um “Grande Pai” aquele presente de todas as horas, mas com suas atitudes valorosas e sua postura generosa com seu amor sublime possamos ser um exemplo para nossos filhos,ser como um anjo da guarda seu herói ,seu amigo de todas as horas.”
    facebook.com/paitemqueparticipar/posts/657641627665115

    A presença do pai é de suma importância no desenvolvimento do bebê. Ao pai de primeira viagem é previsto passar por muitas descobertas, experiências, aprendizados e aventuras desde a gravidez ao nascimento e crescimento deste novo ser. Existem ainda todas as dificuldades oriundas de quem está entrando em um mundo novo, no qual você fará parte até o resto da vida.

    É difícil descrever o que se passa na cabeça de um homem quando descobre que vai ser pai. Alguns ficam em estado de choque, outros em estado de plena alegria, outros preocupados e por aí vai. Lembro-me de ter mantido a calma. Uma tranquilidade, claro, que apenas exteriormente, por dentro a cabeça começa entrar em loop. A mais difícil aceitação da paternidade costuma ser nos “acidentes”, aquela gravidez indesejada com uma parceira onde não se tem um casamento ou união estável, porém muitos passam por cima disto e tornam-se excelentes pais. A humanidade está aí para provar isto, pois grande parte dos nascimentos não foi planejada, foi apenas mais uma vitória da natureza ao perpetuar a nossa espécie.

    Um pai presente e moderno, aquele presente em todos os momentos do cônjuge, mulher moderna, com certeza fará o possível para estar presente no pré-natal ao acompanhar as consultas e ultrassons até o nascimento do bebê. Ele também irá participar da organização do chá e/ou chá bar de bebê, escolhas do hospital, médico, escolinha (e/ou babá), time de futebol (aqui será imposto, rsrs) etc…

    O primeiro filho pode assustar. Pode gerar uma mistura de alegria e medo, porém o mais importante é o homem deixar fluir a emoção da paternidade e saber que existem maneiras de vivenciá-la plenamente. É necessário saber como contribuir para o desenvolvimento do bebê em cada etapa, da gravidez aos primeiros meses de vida. Em seguida o homem vai conferir as respostas para algumas perguntas que vão ajudá-lo na participação efetiva da fase que marca a estreia de qualquer homem num de seus papéis mais importantes na humanidade: o de ser Pai.

    Leitura recomendada:

    Até mais.