Veja pontos que representam vantagens e desvantagens de deixar o seu filho em uma creche, atualmente também chamada de escolinha.

Vantagens:

  • O custo pode ser variável, inclusive ser de graça, fato que atende a diversas camadas de renda da população. A maioria das creches sairá mais em conta do que contratar uma babá por período integral, porém existirão outras que custam mais caro até do que uma mensalidade de faculdade.
  • A flexibilidade de horário, comum em escolinhas e berçários, permite que os pais possam escolher um período (integral, manhã ou tarde) de acordo com o tempo que fica fora de casa. Algumas permitem algumas horas extras por mês sem cobrança adicional. Na maioria dos casos se as horas a mais virarem um hábito será cobrado a diferença na próxima mensalidade.
  • Conforme a necessidade, muitas escolinhas aceitam crianças a partir de 4 meses de idade. É necessário um período de adaptação. Os bebês costumam ficar no berçário até começarem andar com firmeza, momento no qual migrarão para a próxima fase (mini-maternal).

Desvantagens:

  • O berçário é mais caro do que as outras etapas na escolinha, pois as crianças menores requerem maior atenção que as demais. Neste caso há menos crianças por profissional.
  • Contágio de doença é a maior reclamação dos pais de crianças em escolinhas, principalmente das que ainda não completaram um ano de vida. O médico pediatra homeopata José Armando Macedo, membro do Espaço Potencial, grupo de estudos ligado ao Departamento de Psicanálise da Criança do Instituto Sedes Sapientiae, diz que o sistema imunológico infantil está em formação até os três anos de idade e que frequentar a escolinha ou a creche antes disso vai acarretar em alguns períodos de doença. Ele alerta que esse quadro pode ser mais intenso com os bebês por uma questão emocional. “Como bebês precisam de muita atenção e na escolinha precisam disputá-la com outras crianças, isso resulta em um estresse que diminui a imunidade, tornando-os mais suscetíveis a doenças”, explica.

    Para Maíla não é diferente: “todo inverno eu sofro. Quando o tempo fica frio e seco ela fica com febre quase toda semana e, no ano passado, até gripe suína ela pegou”, lamenta. Além da preocupação com a saúde da criança, quando a escola é o único recurso para deixar os filhos, em caso de doença a mãe precisa faltar no trabalho ou ter um plano B até a criança se recuperar.

  • Levar e trazer da escolinha, ou seja, o transporte, em tempos de congestionamentos garrafais, levar e buscar as crianças na escola pode ser um martírio – ainda mais na hora do rush. Para evitar atrasos e perda de tempo no trânsito, é indispensável escolher uma escola perto de casa, pelo menos até a criança ter idade para andar no transporte escolar – o que algumas vezes implica em não matricular na escola que seria a primeira opção dos pais
  • A adaptação na creche depende de como é feita a transição do convívio com a mãe para a escola e também do perfil da criança. Segundo a Adela Stoppel de Gueller, professora do curso de formação em psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae e do curso de especialização de Teoria Psicanalítica da PUC-SP, não só na escola, mas em qualquer caso, a transição gradual é melhor. “É bom que a mãe fale bastante com o bebê lhe contando que em breve vai sair para trabalhar e que vai deixá-la com tal pessoa, mas vai voltar e ficar junto novamente. Também é interessante que ela saia algumas vezes por períodos mais curtos, deixando o bebê com o encarregado, para ver como o bebê vai reagindo”, explica.

Fonte de consulta: delas.ig.com.br/filhos/creche-ou-escolinha-vantagens-e-desvantagens/n1237771692120.html

A presença do pai é de suma importância no desenvolvimento do bebê. Ao pai de primeira viagem é previsto passar por muitas descobertas, experiências, aprendizados e aventuras desde a gravidez ao nascimento e crescimento deste novo ser. Existem ainda todas as dificuldades oriundas de quem está entrando em um mundo novo, no qual você fará parte até o resto da vida.

É difícil descrever o que se passa na cabeça de um homem quando descobre que vai ser pai. Alguns ficam em estado de choque, outros em estado de plena alegria, outros preocupados e por aí vai. Lembro-me de ter mantido a calma. Uma tranquilidade, claro, que apenas exteriormente, por dentro a cabeça começa entrar em loop. A mais difícil aceitação da paternidade costuma ser nos “acidentes”, aquela gravidez indesejada com uma parceira onde não se tem um casamento ou união estável, porém muitos passam por cima disto e tornam-se excelentes pais. A humanidade está aí para provar isto, pois grande parte dos nascimentos não foi planejada, foi apenas mais uma vitória da natureza ao perpetuar a nossa espécie.

Um pai presente e moderno, aquele presente em todos os momentos do cônjuge, mulher moderna, com certeza fará o possível para estar presente no pré-natal ao acompanhar as consultas e ultrassons até o nascimento do bebê. Ele também irá participar da organização do chá e/ou chá bar de bebê, escolhas do hospital, médico, escolinha (e/ou babá), time de futebol (aqui será imposto, rsrs) etc…

O primeiro filho pode assustar. Pode gerar uma mistura de alegria e medo, porém o mais importante é o homem deixar fluir a emoção da paternidade e saber que existem maneiras de vivenciá-la plenamente. É necessário saber como contribuir para o desenvolvimento do bebê em cada etapa, da gravidez aos primeiros meses de vida. Em seguida o homem vai conferir as respostas para algumas perguntas que vão ajudá-lo na participação efetiva da fase que marca a estreia de qualquer homem num de seus papéis mais importantes na humanidade: o de ser Pai.

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Até mais.